As notícias que chegaram do Rio estas últimas semanas, dão conta de muita reclamação. Reclamações que foram parar no caderno RioShow do jornal O Globo, um dos mais importantes da cidade. Lá, uma leitora fala do desrespeito do clube The Week Rio para com a recém-aberta pista 2, ou Docas, onde a proposta é um som mais alternativo ao tribal-house da área principal.
A leitora escreveu para a coluna Programa Furado do caderno de O Globo e relatou que pagou, entrou e ficou esperando a pista menor abrir. E não adiantou nada. A casa não abriu a pista 2 e nem deu nenhuma satisfação.
O clube, por sua vez, escreveu em resposta dizendo que a pista 2 só abre de acordo com a demanda, ou seja, não tem movimento, ela permanece fechada.
O Cena Carioca relatou o fato para seus leitores e mostrou-se indignado com tamanha arbitrariedade em um clube onde sempre reinou o bom-senso: “Essa é uma atitude arbitrária, não informada com antecedência, o que gera - com razão - esse tipo reclamação. Ao se anunciar uma segunda pista, tentando atrair outro público, o respeito com os artistas que tocam e com quem se desloca e paga esperando curtir determinado som, deve ser respeitado ou é melhor não sustentar uma pista alternativa…” - palavras do editor do site, André Garça. Mas parece que o clube não percebeu isto ainda e, no último sábado, novamente anunciou a pista Docas com os djs Gustavo Tatá e Jonas Rocha, mas não abriu e nem avisou com antecedência.
Do outro lado da cidade, a BITCH realizou a sua maior edição - em quantidade de público, mais de 6 mil pessoas foram ao parque se divertir na festa de 15 anos -, mas esqueceu de dar mais atenção para vários detalhes: entrada, segurança, limpeza e atendimento. Sem falar nos preços que se alteraram ao longo da noite.
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É interessante ver a cena do Rio amadurecendo. Pessoas reclamando é prova que o amadorismo não está sendo mais suportado e que mais atenção e respeito estão sendo exigidos. Tomara que todos os produtores estejam atentos para isto, também.

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