Pra quem não conhece, se chama Sleeveface e, segundo o jornal inglês Telegraph, alguns vêem como arte, outros como um jogo, uma brincadeira divertida, a salvação do vinil. Sobrou até pro Cartola, conforme uma das imagens abaixo (clique nelas para aumentar).
Alan Cumming, ator escocês nascido em 1965, é conhecido pelo papel de Noturno no filme X2.
Multitalentoso, já foi modelo, escreveu livro, dirigiu filme (The Anniversary Party, junto com Jennifer Jason Leigh), e tem até perfume com seu nome.
É dos poucos atores que frequentam Hollywood a falar abertamente sobre sua bissexualidade.
Em 2006, fez na Broadway, ao lado de Cyndi Lauper, o papel principal da Ópera dos Três Vinténs, musical de Bertolt Brecht e Kurt Weill, que conta a história de um anti-herói que vive no meio de mendigos, ladrões, prostitutas e vigaristas.
Abaixo, um trecho da apresentação no Tony Awards 2006:
A Broadway Cares/Equity Fights AIDS, organização americana que levanta fundos para programas de apoio a portadores de HIV, lançou o livro Broadway Bares: Backstage Pass, sobre os bastidores do musical que apresenta na Broadway.
Aqui, um video da participação da grife aussieBum numa apresentação em 2007:
Chamada Mobile Art, e desenhada pela arquiteta iraquiana baseada em Londres Zaha Hadid*, a estrutura que se assemelha a uma espaçonave pousará de 20 de outubro a 9 de novembro, no Central Park de Nova York (já passou por Hong Kong e Tokyo e depois seguirá para Londres, Moscou e Paris).
Além da sua missão artística, o pavilhão é uma publicidade provocativa. A marca Chanel o criou para expor trabalhos de 15 artistas contemporâneos. A cada um foi pedido que criasse algo inspirado na clássica bolsa Chanel 2.55, criada em 1955.
A convergência de arte, arquitetura e moda é lugar comum hoje em dia. Uma bolsa Louis Vuitton desenhada pelo artista Richard Prince pode ser vista nas ruas de Nova York ou Londres, as criações do japonês Takashi Murakami para a Louis Vuitton foram vendidas numa retrospectiva do artista no Museu do Brooklyn, o arquiteto Rem Koolhaas definiu o visual das lojas Prada e Frank Gehry desenhou uma linha de jóias para a Tiffany.
“Arte é arte. Moda é moda”, disse Karl Lagerfeld. “No entanto, Andy Warhol provou que elas podem coexistir”.
#fonte: The New York Times
*informação devidamente corrigida
Essas fotos de mórmons seminus acabaram me lembrando de fotógrafos como Mapplethorpe, Bruce Weber, Herb Ritts, que conseguiram tirar a nudez masculina do óbvio e transformar em arte.
Mas não é muito o tipo de foto que me interessa. Prefiro outros tipos de trabalhos, como a manipulação digital.
Tem um americano, Randy Gay (acho que é gay só no nome), que pinta digitalmente suas fotos. Alguns trabalhos dele me lembram as pinturas do também americano Edward Hopper (1882-1967).
O Grupo Improv Everywhere, fundado em 2001, se especializou em intervenções urbanas inusitadas. Segundo eles, que têm base em Nova York, a idéia é trazer o caos e a alegria para locais públicos, surpreendendo a população. São mais de 70 “missões” já realizadas.
Uma das mais bacanas feitas esse ano, que pode ser vista no vídeo abaixo, é o “espelho humano“. Alguns gêmeos recrutados ocuparam um vagão do metrô, dos dois lados, fazendo movimentos sincronizados como se fosse um espelho (um de um lado, e o reflexo do outro):