Cada noticia e imagem que chega sobre Blumenau sinto um aperto no peito, uma sensação de como se fosse comigo ou com alguém muito próximo. É muito triste! Mas desde ontem o aperto aumentou, afinal meu maridão partiu em missão militar de socorro as vitimas de Itajai. Ele nem sabe quando volta, quem sabe em 29 de dezembro. Ou seja, este Natal será um pouco triste, com a minha familia incompleta. Porém este sentimento dá lugar a um mais nobre, o de saber que sou casado com um dos caras que coopera para ajudar pessoas a serem felizes e superarem suas desgraças. Tenho muito orgulho dele!
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Como todos estamos acompanhando pela tv, a região do Vale de Itajaí, Blumenau em SC, está sofrendo com as enchentes: a região tem hoje mais de 78 mil desabrigados e a chuva ainda não deu sinal de que vai parar tão cedo… O Brasil inteiro está se mexendo para promover ajuda, então vamos nessa corrente do bem… vamos vasculhar nos armários e carteiras de dinheiro e ver o que podemos dispor para tornar a vida daqueles que estão lá, muitas vezes, sem nem água para beber, tomando água de chuva.
O que mais precisam por lá:
- Água
- Leite em pó (em lata)
- Alimentos não perecíveis (em latas ou arroz, feijão…)
- Itens de higiene pessoal (fraldas, escova/pasta de dentes…) e material de limpeza
- Roupas e sapatos
- Colchões, cobertores, e tudo o que você considerar útil.
Deixe a sua doação diretamente nos postos de coleta disponíveis (em SP):
- Rua Afonso Pena, 130 - Bom Retiro (Posto da Defesa Civil 24 hs)
- Av Moreira Guimarães, 699 - Indianópolis (Posto da Cruz Vermelha 24 hs)
- Rua Marechal Mario Guedes, 301 - Jaguaré (Fundo Social da Solidariedade, das 09h às 16h)
–> Qualquer posto da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros (24 hs)
–> Qualquer uma das 31 sedes das subprefeituras: confirme aqui qual a subprefeitura mais próxima: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/subprefeituras/subprefeituras/dados/0001
Também são aceitas doações em dinheiro, segue a conta do Fundo Estadual de Defesa Civil, que está centralizando os fundos e distribuindo conforme as maiores necessidades:
CNPJ: 04.426.883/0001-57
Favorecido: Fundo Estadual da Defesa Civil
Banco do Brasil
Agencia: 3582-3
Conta corrente: 80.000-7
Bradesco S/A
Agência: 0348-4
Conta Corrente: 160.000-1
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Procure os postos que recebem doações em sua cidade. VAMOS DESCRUZAR OS BRAÇOS!
Um dos mais assiduos leitores deste blog apaga velinhas na data de hoje, e este blogueiro cansado de guerra (e correria) manda saudações, beijos e PARABENS!!!!
Como revela o post anterior do Gilberto, alguns gays acham desnecessário beijar o namorado fora do gueto (e de casa). Eu acho beijos imprescindíveis. Beijo dá prazer. Beijo é porta de entrada das relações amorosas, sexuais, afetivas.
Na cultura gay existe uma modalidade de sexo sem beijo - em locais de pegação ou quando um gay sai com um “hetero” que diz não beijar.
Essa negação do beijo deixa explícito o seu valor. A mensagem é “não vou te beijar porque isso eu reservo pra quem eu gosto”.
É provável que, ao se negar essa manifestação de afeto em público, o cara esteja apenas com medo da reação e do julgamento dos preconceituosos.
Mas acaba endossando o estereótipo de comportamento que os homofóbicos criaram para os gays, de que eles até podem existir, mas que por favor os poupem de ver essa “nojeira”.
Por essas e outras “verdades” sócio-culturais, que internalizamos desde sempre, que é importante tentar enxergar a vida sob outros pontos de vista, questionando-se e abrindo-se para novos horizontes. Nessa hora, livros caem feito luva. E cadê os livros que falam da vida e da experiência dos gays? Nos EUA é possível encontrar algumas prateleiras com livros de/para gays.
Vi na amazon um chamado Gay Men at Midlife, no qual o autor fala sobre como gays de 40-50 anos lidam com a chegada da meia-idade. No prefácio, é citado outro livro, The Beauty of Men, um romance que conta a história de um gay de 50 anos que descobre que a idade e os cabelos grisalhos o tornaram invisível na competição sexual. Um detalhe curioso é quando diz que ter ficado a vida toda no armário para sua mãe acabou por torná-lo também invisível para ela.
Talvez os blogs estejam conseguindo suprir essa lacuna na troca de experiências, mas gostemos ou não, blogs são efêmeros, são textos que podem sumir a qualquer instante; livros moram nas estantes. Daí a importância de livros como o recém lançado “Como o mundo virou gay?”, do André Fischer.
A propósito, um dos livros gays brasileiros mais conhecidos só me deixou uma lembrança, da pobre cena do sanduíche com porra. Quem leu, sabe que livro é. Não me deixou saudades. Por último, e ainda falando em livros, será que esse ebook Kindle, da Amazon, vai pegar entre os amantes de leitura? Lá custa 359 dólares.
Ele me diz: “Odeio lugar careta. Por mais ventilado, nunca me sinto 100% tranqüilo para fazer gestos simples, tipo dar a mão para o meu namorado”.
Eu: “Como assim? Mas você não me parece o tipo paranóico com olhares alheios”.
Ele: “E não sou. Mas fui criado para pensar nos outros. Culpa cristã, entende?”
Eu: “E daí? Demonstrações de carinho não são ruins, nem anti-cristãs. Ok, muita gente pode não estar preparada para beijos gays e as TVs abertas são os maiores exemplos desta “intolerância por antecedência”, mas manda todo mundo se f…”
Ele: “Não é assim tão simples. A verdade é que eu mesmo me sinto incomodando de alguma forma, tipo quebrando a calma do lugar com minhas tentativas de esfregar meu homossexualismo na cara de todo mundo”.
Eu: “Caraca, culpa cristã é isso. Esfregar o que? O seu carinho? O que você é? Não entendo”.
Ele: “Como não entende, p…? Você anda por aí beijando seu namorado em qualquer lugar? Sabe aquele casal da mesa do jantar que fica dando beijo de língua e deixando todo mundo constrangido?”.
Eu: “Isso eu entendo e também acho o fim. Tipo o sujeito pendurado no celular na mesa do almoço com os amigos. Mas o que uma coisa tem a ver com outra?”
Ele: “Não consigo ser relaxadamente gay em nenhum lugar careta. A verdade é que os caretas não estão preparados para demonstrações gays de carinho. Tem gente violenta, amigo. Já ouviu falar de coió?”
Eu: “Claro. Mas quem disse que liberdade não tem preço?”
Ele: “Ah, no c.. que você sai por aí dando porrada em todo mundo para garantir o seu espaço. Preguiça”.
Eu: “Ok, ok, nem tanto assim. Mas eu freqüento lugares bem bacanas com relação a isso. Tipo eu sei onde eu vou”.
Ele: “Grande vantagem. A gente tem que ir aonde for e se sentir bem em qualquer lugar. E eu não quero dar porrada em ninguém porque simplesmente decidi dar um beijo em meu namorado. E nem vem com o texto de “nos lugares que eu vou…” porque eu não estou dizendo isso. Eu quero ver é beijar seu namorado na Central do Brasil seis da tarde sem medo. Você faz?”.
Eu: “Não”.
Ele: “Então vai se f…. A gente se ilude com uma liberdade que só existe no clubinho e no barzinho da galera”.
Eu: “Você tá amargo”.
Ele: “Você é ingênuo”.
Eu: “ok, ok, vamos de Mojito que eu enchi de cerveja”.
Em 1993, o encontro da fotógrafa Annie Leibovitz com o então rapper “Marky” Mark Wahlberg resultou nessa famosa foto na revista Vanity Fair, que é uma alusão a clássica publicidade da Coppertone, com a garotinha e o cachorro.
Erroneamente, durante muito tempo acreditou-se que a modelo para o desenho tinha sido Jodie Foster, mas na verdade a famosa atriz lésbica apareceu, aos 3 anos de idade, num comercial de tv da mesma marca ao lado da família.
Aqui, o making of do ensaio de Mark Wahlberg feito pela Leibovitz.
Parece que as mulheres de mais de 50, famosas, bem sucedidas e que escolhem maridos mais jovens e não-tão-bem sucedidos, não estão preparadas para entender que dinheiro pode até comprar homem, mas não materializa amor.
Em algumas dessas histórias, esses caras mais novos acabam se sentindo emasculados por essas senhoras poderosas e suas jóias e casas imperiais, sobrando a eles fazer a única coisa que eles sabem para lhes dar novamente a sensação de virilidade e poder: comer uma loirinha jovem e gostosa.
Por isso, não deixa de ser engraçado ver dona Ana Maria Braga sair em defesa de sua colega Susana Vieira, e em rede nacional e na (ainda) maior emissora do país, chamar o cafajestão que traiu a atriz de vagabundo e mau caráter.
Mas, afinal, não é isso que, no fundo, as excita nesses playboys low budget?
Vai aí o trecho do programa onde Aninha fala sobre o traíra.
Trecho da crônica O amor não tem sexo, da jornalista Bety Orsini, no O Globo On Line (aqui na íntegra):
“Muitas mudanças ainda terão que ocorrer na sociedade para que o preconceito contra a homossexualidade seja banido. Talvez a primeira delas seja que cada um de nós descubra as suas próprias (in)verdades. Que não nos acomodemos a vidas falsas, casamentos fracassados, traições rotineiras, lições de moral hipócritas, sexualidades veladas. E que, lembrando Freud, possamos pensar, todos os dias, que ser completamente honesto consigo mesmo é um bom exercício. “Em pleno século XXI, ainda sofremos horrores com o preconceito”, desabafa Thiago, que é homossexual. No Brasil, os gays não podem, muitas vezes, reivindicar os direitos básicos de todo cidadão; são submetidos a atos violentos sem direito de defesa; são impedidos de trabalhar em alguns lugares por causa da opção sexual; sofrem violência nas ruas; e encontram muito mais empecilhos para adotar uma das milhares de crianças abandonadas pelas ruas e nos orfanatos, que estão em busca de um lar e amor. Porque, como homossexuais, estão sempre sob suspeita(…)
É urgente que a sociedade pare de fingir que não vê o que está acontecendo ao seu redor. É urgente que pais que tenham filhos gays lhes dêem o apoio necessário, aceitem as suas escolhas e façam deles homens e mulheres dignos de respeito para que eles possam ser aceitos incondicionalmente.”
Legendar certos comportamentos contemporâneos às vezes é difícil, veja por exemplo essa agora de heteroflexíveis, que beijam qualquer um, numa de descobrir qual é. Ainda que se deixe de lado essa bobagem de categorizar o humano, a gente tenta formatar as idéias de alguma maneira para minimamente dançar a música que está tocando.
Na Bitch de sábado, uma amiga (hetero) ficou com um cara que, à primeira vista, era apenas um gay forte sem camisa que dançava com seus amigos gays fortes sem camisa, todos viajando no doce. Até aí, nenhuma novidade.
A “novidade” mesmo foi depois saber que todos do grupo eram (ou se diziam) heterossexuais, e muito mais interessados em dançar do que catar mulher.
Para ilustrar mais ainda essa percepção, no domingo vi no shopping uns 10 casais heteros em que os maridos eram enormes de fortes, com suas tshirts e calças apertadissimas e suas esposas loiras a tiracolo.
Posso até estar enganado sobre o tal grupo na festa (já vi muita mulher pegar hetero em lugar gay e depois descobrir que era michê), mas definitivamente a estética “barbie” atravessou a fronteira e se instalou entre eles lá.
Engraçado é pensar que antigamente (no milênio passado) os gays até mesmo na noite tentavam passar despercebidos no meio de heteros, naquele visual camisa Richard - sapato de couro, e agora os heteros adotaram o visual originariamente gay e, se bobear, estão infiltrados entre nós e nem percebemos.
Bee fã de Beyoncé não costuma dar mole e eu já tinha me divertido muito com Shane Mercado fazendo a Beyoncé em Single Ladies neste vídeo caseiro, na linha “ahdoupintasimcaguei.com”. Hoje de tarde tinha mais de um milhão e 200 mil visitas.
Um mês depois já tinha um mash up da bee com o vídeo e a audiência subiu para 1,6 milhão de visitas. Confere que impressionante.
Daí a bee foi convidada para fazer um composée virtual com a Beyoncé em si no “The Bonnie Hunt Show” e simplesmente arrasou a bonita. É impressionante como ela conseguiu decorar toda a coreografia em detalhes. E mandou Justin Timberlake e os bofes do SNL se f…… naquela bobagem. Adoro. Olha só aqui (o vídeo não pode ser anexado).
Hoje de manhã, domingão de inverno em Pequim, temperatura próxima dos sete graus e aquele céu cinza asiático do lado de fora. Acordei na função mudança, pensando no transporte de metade do que eu tenho aqui para o Rio, a maioria da trecaiada para Washington, empacota isso, despacha aquilo, bate matéria, manda e-mail de despedida, confere as encomendas dos amigos e da família, fecha contratos. Um sufoco.
Daí lá pelo meio-dia aqui (quando dá duas da madrugada de sábado no Rio), dou uma olhada nos jornais brasileiros e, sinceramente, se sofresse de depressão, pedia demissão da profissão de jornalista. É notícia ruim demais. Com um agravante, provavelmente potencializado pelo fato de morar fora do país já há quatro anos e meio: não vejo melhoras no Brasil. E estou indo para lá!!!!
Pequim cavalga a ritmo alucinante, quilômetros de novas linhas de metrô a cada ano, milhares de novas ruas e avenidas tentando (em parte em vão) melhorar o trânsito da cidade, bares e restaurantes novos pipocando às dezenas a cada fim de semana, negócios novos aqui e ali. Rola corrupção? Claro. Tem desigualdade? Sem dúvida. Mas a sensação de que “para frente é que se anda” é absurda. Enquanto isso, ao Sul do Equador, a política mafiosa e corrupta continua a dar as cartas. A elite acomodada e insensível continua a frequentar seus redutos sem culpa. A miséria, a violência e a decadência continuam a dar o tom do dia-a-dia da maioria dos brasileiros. Caraca, isso muda quando? E toda a América Latina parece padecer da mesma anorexia política populista ou estou maluco?
Parece discurso de bonita fora do Brasil, mas e se for isso mesmo? E se a distância, o famoso distanciamento crítico, realmente ajuda a enxergar melhor o atoleiro de onde eu vim e para onde vou? Chego ao Rio em dezembro depois de anos fora da cidade onde nasci e cresci, um lugar todo arrepios, todo lembranças, todo histórias. Para os expatriados, curiosamente, todas as cidades brasileiras ganham este tom, aliás. Todas as cidades parecem ser estranhamente suas, atemporalmente suas as Urcas tanto quanto as Vilas Marianas, as Savassis e as Pitubas. São todas minhas casas, minhas lembraças, meus amigos.
E o que me resta, depois da leitura dos jornais e dos sites, é uma melancolia estranha. Os blogs contam com detalhes a noite que começou no Felice/Novo Galeria (Ritz/Spot/Mestiço? Giz/Estação 2000? Marquês/Off Club?), emendou na The Week local, esticou no after isso, na pool party aquilo. Luxo, poder e riqueza. Mas vem cá: e dá para ir para estes lugares de carro novo? O guardador continua extorquindo a vaga no estacionamento? Alguém sai de relógio de pulso de casa? É peito e cueca de fora ou dá para pensar num modelo mais fino? Tem que estar colocón para aproveitar ou dá para ser feliz de cara limpa? Dá para ser gordo sem neura ou tem que ser Barbie para ser feliz? Gente com mais de 35 é cacura de quinta ou envelhecer pode ser um trunfo? Saber a letra de um hit de Beyoncé é sinal de hype ou de jequice? Cantar de olho fechado a música na pista é phyno ou é um lixo? Atorón é uma paraíba pagando mico ou é hype?
Tenho medo de voltar ao Brasil e perceber que minha memórias e minha experiências num país estranho viraram minhas fraquezas e meus medos. Que minhas espectativas ficaram melhores só depois de um Olcadil ou de um uísque. E que não há DJ descolado em The Week nenhuma da vida capaz de trazer de volta minha felicidade num jantar regado a saquê entre amigos no Azumi.
Rodrigo me disse: “ah, pára de ansiedade”. E eu respondo: “Ok, ok, mas dá para ir de relógio?”.
Todos sabemos que, pelas previsões, 2009 será um ano dificil economicamente. Então nada melhor que se preparar e também planejar começar o ano novo com o pé direito… melhor ainda se este pé estiver longe de uma jaca e afundado numa quente e deliciosa piscina, dentro de um dos clubes mais belos e pheenus da Cidade Maravilhosa, sob o comando daquela que transformou o prazer de se estar entre amigos ao redor de uma piscina em uma grande festa!!! Rosane Amaral (a Zamaral) chega chegando em 2009 com sua primeira edição do ano da THE ORIGINAL BRAZILIAN POOL PARTY e de volta para o lugar de onde nunca deveria ter saído: a Estação do Corpo, na Lagoa.
Lembra um certo verão de uns anos atrás? Sim, com certeza você se lembra… e se não esteve por lá, deve com certeza lembrar dos comentários dos amigos… E agora todos teremos a grande chance de reviver aqueles dias gloriosos. Juntem os amigos, avisem os gringos, façam a sua corrente e vamos todos para a poolparty em 1o. de janeiro de 2009 entregar nossos corpos a boa música e a jogação de alto-nivel. Afinal, se é para começar o ano em crise que comece com as baterias super recarregadas para enfrentar a vida e os próximos 365 dias sem choro nem vela.
Eu estarei lá! Só eu não… TODOS ESTARÃO!!!! E você?
O Mix Brasil divulgou uma pesquisa americana que diz que a grande maioria dos gays dos EUA não estão nem aí para a crise econômica que afeta o Mundo.
Sempre que ouço sobre este assunto - economia e gays - fico com sensação que a maioria dos gays ou das pessoas que nos citam nessas pesquisas (suuuuuuper relevantes… tsc!) acreditam ou nos veem no mundo de Peter Pan.
Por favor, neh, não se trata de cortar ou não as férias ou os gastos menos importantes, trata-se de um acontecimento sério, um problema a ser pensado com cautela… Estamos em crise! e neste tipo de crise não cabe orientação sexual.
Quero ver quando o preço do perfume importado aumentar, o dealer passar a cobrar o dobro e o petshop do seu cão ficar uns 150% mais caro. Ou mesmo quando uma simples ida a Buenos Aires e Nova York passarem a custar tão caro quanto umas férias na Grécia… de onde tiraremos essa alegria e animação sempre tão citada nas tais pesquisas? Fora o custo do pão de forma light que, não sei se notaram, já está um absurdo!
Sobram qualidades no sempre feliz, animado e simpático amigo Nelson Takahashi. Um cara que, desde o primeiro encontro, sempre foi uma grande companhia dentro e fora das fanfarras eletrônicas.
Hoje este blog se rende ao Nelsinho e o sauda com votos de muitas felicidades e sucesso em sua nova vidinha nesta Selva de Pedra.
Os editores da DOM publicaram no site um comentário sobre as mudanças na Editora Peixes. Fica a esperança:
“19.11.2008 - 11h12
Pronunciamento redação DOM
Editora Peixes passa por reestruturação
Por Paulo Basile
Galera, sei que vocês estão aflitos com as notícias divulgadas sobre as mudanças na Editora Peixes. Conversando com o Augusto e com as pessoas da redação, resolvemos nos pronunciar. Sim, como vocês podem ter lido, a Editora Peixes está realmente se reestruturando.
No caso da DOM, estamos em fase de negociação para analisarmos se vamos seguir os critérios da Editora Peixes com a construção do portal digital ou se continuaremos sendo uma revista impressa e digital, em outra editora.
Em breve estaremos oficializando os rumos, as diretrizes que daremos ao título. Por enquanto, apreciem a revista de novembro que já está nas bancas e em dezembro nossa querida edição de aniversário, que já estamos fechando e está linda, também irá para as bancas.
E enquanto a gente tá aqui chorando o leite derramado e perdendo tempo com as subpersonalidades de Dado e Luana, a OUT americana joga nas bancas a sua edição com as personalidades que fizeram a diferença em 2008. Dá uma olhada aqui e me diz se não dá vontade de quebrar tudo no mundinho brasileiro de pseudocelebridades e afins.
Em entrevista à The New Yorker, o cantor (e Testemunha de Jeová) Prince disse algo como “Deus veio à Terra e viu pessoas “enfiando a vara” em qualquer lugar e disse ‘ Chega’ “.
Uma fonte próxima ao cantor disse ao blogueiro Perez Hilton que Prince não disse exatamente aquilo.
E aí faz-se o que com músicas dele como Sexuality ( Sexuality is all u’ll ever need…Sexuality - let your body be free) e tantas outras?
Misto de pornô e terror, “Otto”, filme do diretor Bruce LaBruce, foi assunto na Folha de SP.
A matéria diz que “a bizarrice e o colorido do sexo com vísceras e carcaças está a serviço de uma alegoria sobre a vida homossexual: a sensação de desajuste, o isolamento e a solidão.”
Segundo o diretor do filme, “se você vai à noite a um parque ou banheiro público em busca de sexo, vai ver as pessoas em transe, andando como zumbis. No filme, esse exterior zumbi é a expressão dos sentimentos íntimos dos personagens, que não se encaixam na sociedade. Muitos gays acham que o mundo ficou hostil e brutal demais, então se desligam de tudo, num tipo de autismo”
O jornalista termina o texto filosofando que “a obra de LaBruce também arma suas bases num gueto estético, reforça estereótipos e consegue tornar glamouroso o desespero gay”.
Respeitando-se as escolhas estéticas e artísticas, mas será que o famoso diretor underground, aparentemente com tanto o que falar sobre gays, acha que um filme de (ou com) sexo explícito consegue algo mais do que resenhas pseudo-intelectuais com expressões risíveis e superficiais?
Bem, o pessoal da DOM pode nem saber de nada ainda (o que torna tudo ainda mais chato), mas li hoje no site Comunique-se, um site voltado para o mundo jornalístico, o seguinte:
“A Editora Peixes, do grupo Companhia Brasileira de Multimídia, do empresário Nelson Tanune, vai deixar de publicar cinco revistas: Terra, Dom, SKT, Speak Up e Habla!.
Segundo sua assessoria de imprensa, as publicações se transformarão em um site, “um mega-portal de informação e entretenimento”. As demais revistas da editora – Gula, Fluir, Próxima Viagem, Viver Bem e SET – continuarão a ser produzidas em papel. “Buscam-se ganhos de escala e eficiência na aquisição de insumos, impressão e distribuição, bem como maior presença no mundo digital”, disse a assessoria da CBM, em nota.
Nesta terça (18/11), não há informações sobre a possibilidade de demissões e como ficarão os quadros da editora.”
Ou seja, DOM, de agora em diante, só na internet. Boa sorte à equipe do site.
Perto da excelente e quase-perfeita edição na Parada Gay deste ano, podemos dizer que a poolparty da The Week São Paulo em parceria com o espanhol Matinee Group estava mais para uma festinha de fundo de quintal. Nem poolparty poderiamos considerar que foi, afinal todo o som estava localizado na área interna e o quintal serviu apenas de conforto para quem buscava curtir um bom som a céu aberto. Era mais uma festa e se acontecesse de noite não faria nenhuma diferença. Sobre o Matinee Group somente os mais atentos perceberam a presença de uma meia-dúzia de adesivos espalhados pela enorme locação. Não havia glamour! E o preço da entrada era praticamente um assalto. CINQUENTA REAIS para estar numa festinha meia-boca, sinceramente, um mico!
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Quando cheguei Ana Paula estava esquentando a galera, animadissima. Seu som estava diferente e muito superior. Eu amei ouvir a Ana depois de meses e perceber que a tribaleira não estava em sua companhia. Foi uma delicia!
Iordee entrou em seguida, começou bem mais ou menos, mas a galera que já vinha quente, fervilhava a cada virada e o som ia num crescente absurdamente bom. Claro que bem longe do que alguns já estão acostumados, mas valia a jogação. Eu me fechei no meu mundo, curti os amigos, viajei muito no som e ADOREI!
Joãozinho, que eu amo (!), entrou rasgando e não deixando a dever pra ninguém. Mas seu grande vilão foi um corte abrupto no som a meia-noite em ponto. Uns pensaram que foi uma classica queda de som, outros que seria uma falha do dj… eis que a verdade surge numa desagradavel surpresa: a The Week foi obrigada a desligar o som por conta das novas regras da Lei do Silencio. Mas desligou mesmo, sem nem tchum pra quem estava ainda no clima.
E O TERROR SE SEGUIU: uma multidão correu pros caixas para fechar suas comandas e, só para se ter uma idéia, eu fiquei quase DUAS HORAS para conseguir pagar e sair daquele fim de mundo.
E uma única pergunta não queria se calar: AQUELA FESTA FOI UMA PRODUÇÃO DO ANDRE ALMADA!?!
Não pode ser possivel. E com uma fila daquelas para pagar, o padrão de qualidade foi parar no ralo da piscina.
*** O VALOR DA NOITE:
Encontrar amigos e mais amigos.
Com mais um belo modelo registrado pelas lentes sexies de Paulo Cabral, a revista A CAPA chega as bancas com uma edição totalmente dedicada ao dia da Consciencia Negra. O modelo Alberto Moreno ilumina a capa da publicação - mais uma vez, linda!
Você encontrará a edição em bares e clubes da cidade de São Paulo, Rio e Floripa a partir de 20 de novembro. Fique esperto e pegue a sua!
Boatos, fuxicos e intrigas a parte, até onde se sabe, a Revista DOM segue bem (e obrigado). E, após um certo atraso no lançamento de sua edição de novembro, chega as bancas semana que vem com uma super capa e um modelão para alegria do verão que se aproxima. O moçoilo se chama Álvaro Jacomossi (e, como nos conta o blog Made In Brazil, é o ex de Isabeli Fontana, aquela modelete que não suporta sonhar que possa ter um filho bichona. Coitadinha!).
E todos estão morrendo de curiosidade sobre os resultados do Homem do Ano Dom. Eu já sei! mas não falo. (rs)
MAIS INFOS: www. revistadom.com.br
Para quem curte e quem apenas se interessa, está no ar a partir desta semana mais uma edição do PENSE MODA, um projeto que se pretende uma ponte para o crescimento criativo da moda brasileira, um reforço na busca por novos caminhos e formatos de apresentação, criação e comercialização.
É a reflexão e o compartilhamento de um mercado que está em alta e tende a crescer ainda mais. A possibilidade de reunir profissionais e curiosos em um rico intercâmbio cultural ao redor do mundo fashion e não tão descartável como se pensa.
O projeto reúne profissionais nacionais e internacionais nas áreas de fotografia, styling, direção de arte, edição de revista e marketing. Através de palestras, debates e mesas redondas, proporciona um intercâmbio entre as mentes inspiradoras dessa geração e absorve o melhor de cada troca.
O conteúdo do encontro é dirigido a profissionais de criação, comunicação e marketing, empresários, bureau de tendências, jornalistas, editores, consultores de moda e beleza e estudantes.