CARIOCA VIRTUAL




marcos carioca
Uncategorized— - 5:58 pm 30 April, 2008

Este blog se sente honrado, pois acaba de ganhar um template novinho em folha criado pelo amigo e designer Kelson, que além de um gostoso é muito bom no que faz. Obrigadíssimo!

Aguardem novidades…




marcos carioca
Uncategorized— - 5:33 pm


Meu amigo espanhol dj Reginald mandou seu novo set. Como acontece todo início de mês, ele encaminha para os amigos seu set com muito house, tribal e progressivo, pitadas de electro e vocais preciosos. Adoro quando ele abre com acapella.

Toca ai embaixo e lá em cima na VITROLA CARIOCA!
Mesclando dj Reginald - enjoy it!

Para pôr no seu iPod e sair por ai fritando - THE RHYTHM OF THE NIGHT! ou AQUI!

E aqui um tracklist para você saber o que está tocando. Curtiu? Põe o nome na internet e vai atrás de mais. Neste set, só gente boa!!

Intro: Grant Nelson “We started 2 move (Acapella)
Miguel Picasso “The rhythm of the night (Tort Remix)”
Velarde & Luque “Sundays at heaven (Afterdub Remix)
Dan Saenz “The Rain (Starkillers Vocal Mix)”
Mindskap “Special One (Kobbe’s Mix)”
Dario Nuñez & David Vio “Phucket (Original Mix)”
Dj Nano “Beeper (Abel & Raul Remix)”
Groove Garcia “Popol Vuh”
Simon & Shaker “Soultech (Simon & Shaker)”
D Ramirez “With Me Or Against Me (Tocadisco)”
Funkagenda “Together (John Shelvin Remix)”
Quentin Rodríguez “Dejavu (Quentin’s Rework)”
Kobbe, Kevin Brown ft. Mar “Voodoo doctor”
Alex Guerrero “True (Original Mix)”
Sebastien Leger “Jaguar (Original Mix)”




marcos carioca
Uncategorized— - 5:08 pm

O playlist APRIL BEATS’08 foi acessado mais de 33 mil vezes em apenas 3 semanas. Sinal que muita gente curtiu! Estou retirando ele da VITROLA CARIOCA e postando aqui, pois logo subo o set de maio do meu amigo espanhol dj Reginald, que toca por prazer e espalha seus sets pelo mundo.




marcos carioca
Uncategorized— - 4:51 pm


Apesar de certas vezes achar que a vida inspira a arte com toda sua crueldade, tem momentos que me surpreendo lendo coisas que me fazem preferir livros de terror absurdo às páginas dos jornais e websites. Veja o caso do pai que manteve a filha presa em um porão por toda a vida e com a qual teve sete filhos. Agora fico sabendo que a comunicação entre eles se dava como entre animais por rosnados e grunhidos.

Josef Fritzl (foto), um engenheiro elétrico de 73 anos, manteve a filha, Elisabeth Fritzl, durante 24 anos presa em cativeiro na cidade de Amstetten, na Áustria. Além do seqüestro, o homem confessou ter engravidado a vítima sem que a sua própria mulher e os vizinhos desconfiassem. Elisabeth teve sete filhos. Três deles foram “adotados” por Fritzl, outros três ficaram presos com a mãe, e um sétimo morreu pouco depois do parto. SAIBA MAIS!

Allan Poe perde, viu! Leia AQUI o conto “O coração denunciador” (The tell-tale heart) de 1843, e veja se não já viu coisa bem pior por ai.




marcos carioca
Uncategorized— - 3:56 pm

Os homens gostosos do meu myspace passarão por aqui a partir de hoje.

Começamos com o som e a beleza do DJ Guy Scheiman, de Tel-Aviv. Toca house e um de seus amigos nós conhecemos muito bem por aqui: é o dj Ronen Mizzhari. Descubra este artista da house music bom pros olhos e ouvidos!






marcos carioca
Uncategorized— - 1:54 pm

O clã Bubu Lounge/Megga resolveu casar a programação e atender ao seu público e quem mais estiver pela cidade querendo fugir das grandes multidões e das cartas marcadas, e não pagar mais por isto.

Eu deixo a diga: tente estudar as propostas e de repente se organizar para conhecer ou visitar a Megga nas noites em que tem gente bacana, apesar de desconhecida para o grande público, passando por lá. Acho que poderá se surpreender!

Uma certeza é que a Parada deste ano, aqui em São Paulo, vive algo inédito no mundo: três grandes casas atuando na mesma época. Deverão arrastar uma multidão. A The Week só ganha por ser a mais antiga e ter seguidores mais fiéis, mas se, por exemplo, a Megga conseguir provar que é capaz de levar uma festa com nível lá em cima, a coisa pode ser diferente.

Quem se importa com qual clube ganha ou perde, o importante é que todos nós que curtimos música e qualidade de serviços cuidemos para que este momento não morra. Eu não quero voltar a ver somente uma grande opção por ai!

A Megga vai abrir quinta-feira e sábado do feriadão da Parada 2008. E a Bubu Lounge na quarta e sexta-feira.

Quinta, 22/05:
As promessas da temporada!
dj Richie Santana (NY-USA)

e dj Carlos Fauvrelle (Portugal).

Posso dizer que Richie Santana é a melhor notícia desta temporada, embora eu tenha certeza que você não conhece. Em talento, o artista se compara a Peter Rauhofer, mas seu som é tão inteligente como o do mexicano Isaac Escalante e dançante como o do nosso brazuca Pacheco. Traz sonoridades intensas, alegres e consegue agradar o povo do tribal em cheio. Pense o que seria uma noite grandiosa para você, unindo Escalante, Pacheco e Rauhofer numa mesma pista - assim será tendo somente o Richie. É Iberican Sound na veia!

Richie é residente da Pacha de Nova York. Com Peter Bailey, outro grande nome, realizam mensalmente a festa MindControl e é um dos artistas da Stereo Productions dos excelentes Chus e Ceballos.

Eu teria colocado esta programação na sexta-feira, que será a noite mais fraca na casa da Lapa. A quinta é dia de festa especial do clã TW na Pacha e eles estão vendendo como se fosse uma X-Demente tão boa quanto a do ano passado. Isto pode incentivar o povo a ir, fora que tem a mão pesada e boa do dj Paulo. Mas se você quer unir os amigos em uma casa nova e cheia das mesmas qualidades da sua concorrente, sem gastar mais por isto, a Megga tem estes dois grandes artistas como prato do dia. Eu não perderia! São duas excelentes novidades e o novo é sempre bom, eu acho!

Abaixo uma música produzida por Richie Santana e Peter Bailey com remix de Carlos Fauvrelle - MindControl. Melhor maneira de você entender o que será esta noite!

Completam a noite os residentes Paulo Agulhari e Gustavo Vianna.
Preços:
Homen: C/flyer ou nome na lista até 1:30h R$35 - S/Flyer R$40
Mulher: R$80

Sábado, 24/05:
Onde você estará? Claro, na The Week, lugar onde toda macaca de respeito deverá estar também. Menos esta macaca que vos fala! Não pelo Rauhofer, mas pela cabeluda. Claro que sou a minoria. Então se você decidir fugir dalí, seu lugar estará garantido em uma pista tranquila e, bem provavelmente, animada na imensa Megga para curtir o Hex Hector.
O vencedor do Grammy em 2001 como o melhor remix é filho de cubanos e tem seu pé fincado nos Estados Unidos, residindo agora em Miami. São dele muitos remixes de Madonna, Janet Jackson, Jennifer Lopez, Mariah Carey, Mary J Blige, Aretha Franklin e do antigo Everything But The Girl. Seu som é poderoso, vibrante e cheio de vocal, como muitos dizem preferir.

Será a opção para quem quer fugir do tumulto ou não está disposto a torrar mais de 100 reais para ouvir “Alone” em versão remix-do-remix-do-remix.

Os residentes também estarão presentes.
Preço:
Homem: C/flyer ou nome na lista até 1:30h R$40 - S/Flyer R$45
Mulher: R$80

Na Bubu Lounge, a programação fica por conta dos americanos dj Gonzalo na quarta, 21, e Dom Capello na sexta, 23.

A última vez que ouvi Gonzalo por aqui foi em uma X-Demente de Carnaval em 2006, se não me engano. Pena ser na quarta, porque este dia tem o meu queridissimo Isaac Escalante abrindo os trabalhos na The Week e em um dia que a casa deve contar com uma lotação ideal, portanto, tenho que ir lá beijar a mão do amigo mexicano. Mas a Bubu fez uma boa escolha e de qualidade para agitar seu público cativo, e os animados turistas que chegam na cidade.




marcos carioca
Uncategorized— - 1:27 pm


Olha a cara deles, ou delas… você em sã consciência - digo, sem estar bêbado ou drogado - conseguiria confundir as duas com mulheres? E será que aquela voz característica não ajudaria na dúvida? Ah! e pelo que me consta, onde há travesti não tem mulheres se prostituindo. Morei perto da praça Paris na Glória, no Rio, e produzi um documentário sobre o tema, nunca soube desta união. Como ele passa em um reduto de prostitição de travestis e vem dizer que queria pegar garota de programa? Por favor!

Conta outra!

Ronaldo vive na Itália, para onde quase todos os travestis que já tive informação costumam ir; o irmão é uma bicha carimbada da vida carioca e amigo de um grupo variado, e ele já foi pobre-pobre-pobre-de-marré-de-si… conta outra!

E o tal cara que apareceu contando o mesmo, mas sem mostrar a cara? Por favor!

Para mim, eles queriam mesmo pegar a travas - que mal há nisto? - uma tara bem comum, afinal. Aí perceberam que estavam envolvidos numa situação onde iam se dar mal, então, tentaram fugir… e ai começou tudo.

Agora o que deveria entrar em jogo é a estória da cocaína. O seu namoro nem questiono mais… mas o pó deveria se questionar. O resto é desculpa.

Uma coisa é certa: que bom gosto o Ronaldo tem, hein? Com tanta travesti bonitinha por ai, escolher estas duas… imagino a terceira como é. Por que não buscaram por catálogo, seria também mais seguro. Vai entender a tara alheia!




marcos carioca
Uncategorized— - 7:37 pm 29 April, 2008


Para alguns é a coisa mais importante do mundo, para outros não passa de futilidade; alguns encaram como cultura, outros só como mais um detalhe para “ligar” os aditivos, encontrar amigos ou usar o tempo para não pensar em nada, beijar na boca e ser feliz. EU CONCORDO COM TUDO ISTO, mas em dose pequenas de cada coisa somando e formando uma opinião onde digo: música não é meu ganha-pão (infelizmente, porque é uma maneira deliciosa de viver), mas é algo que curto muito e com o que me preocupo quando produzo um evento ou sou convidado para estar presente em um. Também separo conhecidos pelo gosto musical que têm, muitas vezes, os mais cultos são aqueles que têm conhecimento musical eclético, como o Tony Góes, por exemplo, que é um “tarado” por música de qualquer espécie, e a Lindinalva (ou melhor, a patroa dela. rs) que é uma pessoa com requinte absoluto e ouvido incrível para um bom som eletrônico. Assim vai! Mas não discrimino quem não esteja nem ai para o que ou quem está tocando, só que daí a cuspir um monte de conceitos errados, já é demais!

Então depois de ouvir muita gente chamar o som do Thomas Gold (TW - sabado, 26/05) de electro-house e falar que o duo Redkone (Megga - sabado, 26/05) tocou “um tribalzinho gostoso que toda bicha adora“, decidi ajudar um pouco na formação musical (eletrônica, claro!) básica de todos por aqui. Quem quiser acrescentar, por favor, sinta-se em casa.

Antes, um a parte: Redkone e Thomas Gold tem repertórios um pouco diferentes, mas ambos tocam progressive house, embora a pegada do duo português seja mais misturada ao tribal.

*
A House Music nasceu em Chicago na primeira metade da década de 1980. Era a música que fazia a cabeça dos frequentadores deste, então novo, estilo de dance music que surgia dentro do clube Warehouse. O povo que se jogava no clube era tão fascinado por aquele som que iam às lojas de discos a procura das músicas que ouviam na noite - sempre pedindo por “aquela música da Warehouse“.

Com a alta e a constante procura, os vendedores foram obrigados a agilizar seu atendimento aos clientes, e assim acelerar as vendas (tem um pouco de lenda nisto, mas é o que encanta na história), até que as lojas passaram a chamar o que antes era a Warehouse Music em apenas HOUSE.

Muitos dizem que a House Music é uma vertente da disco music dos anos 70, pois foram estilos de música quase que contemporâneos, tendo como dois pioneiros os geniais Frankie Knuckles (mais tarde aclamado como o “pai” da House Music) e Tony Humphries.

A marca básica da house music é sua batida seca, 4 por 4, com muitas “viradas”, vocais (na maioria femininos, embora a tendência atual seja a poderosa voz masculina), melodia alegre e com velocidade próximas de 120 a 135 BPM (batidas por minuto). Por ser um estilo totalmente alegre, o som conquistou encheu o público gay nos clubes e festas da época.

Seus primeiros grandes sucessos:
Everybody Everybody- Black Box
A Little Respect- Erasure
Together Forever- Rick Astley
I Can´t Stand It- Twenty 4 Seven
Girl You Know It´s True- Milly Vanilly

No Brasil, a mania house chegou no verão de 1987, mas somente destronou outros ritmos em 1989, quando o megahit Pump Up the Jam (Technotronic) grudou na cabeça de muita gente no mundo inteiro.

1993 foi um data especial na vida noturna, principalmente gay, no Brasil - quiçá no mundo - pois Valéria e Fabio Monteiro inauguraram no Rio um tipo de festa para encontrar amigos e curtir house music - nascia a X-Demente e no comando o dj Felipe Venâncio (depois Marcelo Talandré, Dudu Marques e a dj woman Ana Paula. Até Renato Cecin passou por lá!). A festa fez o Rio e os gays se renderem ao estilo. Criou moda, mudou comportamento, originou grupos (as Barbies, homens - até então, somente gays - musculosos que tiravam a camisa na pista) e deu cara e corpo a sigla GLS - que o então economista André Fischer (em seus primeiros passos) disse exitir. Todas as barbies e os GLS viram muita coisa acontecer naqueles 10 primeiros anos. Foi ali também que a house music ganhou novos nomes e sabores, e passou a separar a galera. Surgiram com força o eletrohouse (algo mais requintado), o bate-cabelo (muito vocal e afetação) e o tribal - que viria a ser muito forte e se tornar a “música das barbies”.

Também foi em 1993 que Pump Up the Jam retornou as paradas de sucesso por conta do filme Space Jam. E aí, os críticos mais severos (que sempre apostaram no pouco fôlego da house music) tiveram que abaixar a cabeça e buscar entender a nova cultura musical que surgia. Uma revolução tão importante quanto o surgimento da própria música eletrônica com, digamos assim, a usina de energia alemão, Kraftwerk, os precursores de estilos como o techno e o electro nos anos 70.

A house music não somente surpreendeu a todos, como se tornou cada dia mais forte pelas mãos dos djs e produtores do mundo todo, que aos poucos iam criando misturas. Nos países latinos, os ritmos locais ganharam sabores eletrônicos e até hoje ainda é assim. Nasceram bossas, sambas, tangos, rumbas, fados e uma infinidade de ritmos misturados as batidas da house music. Mas as pistas dos grandes clubes e festas pelo mundo precisavam de algo mais animado e capaz de comover seus seguidores daí surgiu o tribal e o eletrohouse, dois ritmos que iam se mesclando a outros. O house também ganhou outro movimento com a mistura ao trance e assim por diante. A cultura das drogas químicas também foi importantes neste período, pois, assim como nos grandes movimentos artisticos, impulsionavam a criação, pois tiravam os produtores e os ouvintes deste universo e os lançavam em mundos paralelos - mais isto é uma discussão para outro post.

*
No verão europeu de 1987 nascia a Acid House. O nome é uma herança do consumo de drogas estimulantes, tipo Ecstasy, muito comum entre os freqüentadores das casas londrinas que tocavam este gênero de música. A alusão às drogas aparece também em muitos nomes de canções do estilo. Há quem diga também que o termo “acid” refere-se ao som característico emitido por um determinado equipamento ao ser manipulado pelo artista na hora da execução de alguma linha melódica. O fato é que quando a house music aporta no balneário espanhol de Ibiza, muito popular entre os veranistas ingleses, os djs locais começam a dar uma forma mais radical ao som, criando o novo estilo. Uma temporada mais tarde, o acid house desembarca em Londres e logo vira hit. O smiley - um sorriso dentro de uma bola amarela - vira emblema dos adeptos deste tipo de música e é estampado em camisetas.

A inglesa Yazz lança seu álbum Wanted e as faixas “The Only Way is Up” e “Stand up” viram hits absolutos, chegando às primeiras posições da parada de sucesso na Inglaterra, rendendo a mocinha o título de rainha da house music, enquanto sua música faz o povo ferver nas pistas daquele verão de 1988.

Só que a vida do acid é curta e a partir de 1989 começa a ser deixado de lado, pois muita coisa nova começa a surgir. Entretanto, nada em música eletrônica morre, se desfaz e se espalha, assim aconteceu com o estilo que passou a ter elementos integrados ao novo movimento techno da época.

No primeiro ano da década de 90 do século passado (êêê, faz tempo, hein!), o álbum Not Forgotten, o primeiro single do Leftfield, se intitulava como um trabalho pioneiro de house progressivo, e na Inglaterra a mania do momento entre os produtores de música eletrônica era pegar o House americano e dar a ele uma cara mais viajandona, abusando de efeitos de estúdio, de acordes agressivos e arranjos sofisticados. As principais inspirações foram o Dub e o Trance, que estava nascendo na Europa. Então surgia de fato o Progressivo, uma oposição ao Breakbeat Hardcore do Prodigy e Altern 8, que dominavam as festas naquele tempo. Não demorou para virar mania nos clubes ingleses.

Por volta de 1994, ele deu uma saturada, pois parte dele ficou andando em círculos enquanto a outra havia sido comercializado demais e podia-se ouvir seus timbres em várias músicas da parada pop inglesa. Artistas como Leftfield, Underworld e Slam, que no começo alavancaram o House Progressivo, estavam buscando outro rumos.

Em 1998, o dj inglês Sasha abandonava de vez o Trance - que caracterizou seus sets entre 1994 e 1998 - e investe em um som mais trabalhado, de evoluções harmônicas mais discretas. Se rende ao Progressivo. Enquanto isto, John Digweed alavanca seu projeto “Bedrock” (era o nome do seu clube semanal), selo e o projeto de estúdio, e vê Heaven Scent aplaudida como um dos melhores singles do ano.

O alemão Timo Maas também tem muita importância na retomada do house progressivo, graças aos seus singles Dooms Night, para Azzido da Bass, Ubik, Riding on a Storm, The Dance e Der Scheiber. Anthony Pappa, Peace Division, Cass & Slide, Tilt, FC Kahuna, Medway, James Holden, Schiller, DJ Remy e Sander Kleinenberg são alguns dos nomes que reinventaram o estilo e o tornaram a sensação que é até hoje.

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O Trance é uma das principais vertentes da música eletrônica que emergiu no início da década de 1990. Caracteriza-se pelo tempo entre 130 e 160 bpm, com partes melódicas de sintetizador e uma forma musical progressiva durante a composição, seja de forma crescente ou apresentando quebras. Algumas vezes vocais também são utilizados. O estilo é derivado do house e do techno.

Em geral, a maioria das canções são calmas e de efeito lento e constante na energia-alma e no estado de pensamento. O nome, que em português significa transe, refere-se às batidas repetitivas e as melodias progressivas características, que levam o ouvinte a um estado de libertação espiritual. Bom, assim propõe.

Apesar das semelhanças, para os leigos, o Psy, ou trance psicodélico, é diferente do Trance, mas têm a mesma raiz, mais exatamente é uma forma de música eletrônica desenvolvida no fim dos anos 1980 em Israel a partir do Goa trance. Traz uma batida rápida, entre 135 e 165 bpm, forte de kick, num compasso 4 por 4, e tem um alcance de freqüência um pouco mais alto além dos sons graves. É o som das raves. Podemos até dizer que ele exerce sobre os meninos musculosos héteros (embora tenha uma multidão de diversas orientações e sexos nestas festas) o mesmo efeito que o tribal faz com os musculosos gays (a diversidade aqui também conta). No fim, pelo menos nestas festas, o clima de paz e integração é grande, e todos tiram a camisa e exibem seus corpos. Talvez por conta dos estimulantes, ambos os grupos busquem o toque do próximo, isto mesmo no caso de parcerias que não se aproximam da diretamente sexual.

*
O tribal não tem uma data de origem muito clara, dizem que o estilo foi assim chegando. Pelo que vi, a transformação por aqui se deu mesmo dentro da carioca X-Demente. Talandré já ensaiava, Dudu Marquez tocava, mas Ana Paula fortificou e, digamos, deu uma certa classe as batidas que vêm da selva. (rs) Renato Cecin foi um dos pioneiros ao apresenta-lo nas festas que tocava e, por muitos, é tido, pelo menos na cena gay barbie, como uma espécie de “pai do tribal”. Mas o estilo é muito mais que a cena gay, que gritinhos de vocais femininos e sirenes. O mestre Steve Lawler já ftocou tribal, ele mesmo escreveu sobre a morte do estilo em matéria publicada em uma importante revista internacional. Quando falou isto, não disse que morreria simplesmente por morrer, mas se transformaria, ou seja, ele via o mundo do tribal house se enriquecendo e ganhando com outras sonoridades.

O tribal house se caracteriza pelo uso de sons da selva (mais ou menos assim. rs), nomeadamente na area da percursão, que é exaustivamente trabalhada. Pensa-se que o tribal surgiu de uma ligação entre a música africana e a eletrônica. Pode ser uma lenda, mas isto é que faz a história boa - como já disse. Pode-se dizer que o tribal é o casamento da House Music com ritmos africanos, gerando uma mistura de sons alucinante, mas o toque bem latino e o Iberican Sound, que tem nos djs e produtores espanhóis Chus e Ceballos a referência, e o trabalho do francês Antoine Clamaran, sem esquecer o português Pete tha Zouk, entre outros, transformaram o ritmo em algo mais criativo, com batidas pesadas e fortes, porém menos repetitivas.

Hoje acredito que o que ouvimos nas pistas, principalmente, as gays e as comerciais, é um som que une todos estes anos de música dançante eletrônica. Consigo perceber e gosto muito quando vejo o artista suando a camisa na cabine para contar uma história, mesclando house, eletro, tribal, progressivo e nos dando pitadas de velho e novo em vocais femininos e masculinos intensos e que, em alguns momentos, nos permite imaginar que o cara lá em cima (o dj, claro!) é um deus grandioso que consegue se comunicar conosco sem dirigir uma só palavra, mesmo que ainda tenha todas as mensagens ali, claras e óbvias.

O resto é bom ouvido, boa vontade e vibe.

Deus abençoe os djs!




marcos carioca
Uncategorized— - 6:00 pm


Para começar, alguém precisa contar a diferença entre travesti e transexual para a Andreia Albertine, a tal travesti que se diz transexual (ai confusão!) do caso da semana.

Sonia Abraão é só sorrisos, afinal tem um assunto novo para garantir a propaganda do Polishop em seu programa de tevê. Ê lixo!

A travesti/transexual-confusa-da-vida se diz famosa por ser uma representante da militância GLBTT (cruzes! estamos mesmo muito mal representados) e figurar em muitos sites de sexo, por isso acha difícil o Ronaldo não ter a reconhecido. hahahaha!

Por outro lado, fico pensando na namorada do Ronaldo. O que ela acha disto tudo?

Ê confusão!

E o delegado que recebeu o caso está virando a mais nova celebridade do país. Ele está em todos os veiculos. No Brasil é assim, para ser assediado pela imprensa e até descolar uns fãs não precisa de esforço ou talento, basta ser promotor de justiça em caso de criança assassinada, delegado de caso de jogador de futebol ou mesmo padre desaparecido, sem esquecer da indústria pornô, é claro!

Bom, enfim, o caso Isabella ganhou um concorrente de peso. Será? Talvez fosse melhor que o Ronaldo tivesse atirado a travesti confusa da janela, quem sabe não renderia até uma edição da VEJA. Se bem que eu acho que rende de qualquer maneira, afinal a VEJA não tem muito assunto.

Ah, e a cocaína, hein?

Se você não sabe nadinha sobre o assunto, LEIA AQUI! Mas se quer continuar em saber, nem ligue a tevê.

Alguém precisa convidar a Andreia para posar na Sexy. Ela é jeitosinha! hahaha




marcos carioca
Uncategorized— - 1:57 pm


O jardineiro João Simões Oliveira (boné), de 37 anos, acusa três seguranças do bar gay Sal y Pimenta, na Avenida Mem de Sá, na Lapa, de agressão. Ele alega ter apanhado, na madrugada deste domingo, após exigir a nota fiscal. A gerente da casa, Renata Rodrigues dos Santos, no entanto, nega as acusações e alega que João e um amigo estavam embriagados.

- A atendente disse que, se eu quisesse mesmo a nota fiscal, tinha voltar para o fim da fila. E disse ainda que estava exigindo muito - diz Isaías da Silva, de 29 anos, amigo do jardineiro, que registrou queixa na delegacia e fez exame de corpo de delito.

Ele afirma ter apanhado de três seguranças. Isaías alega ter tido seu celular quebrado por um dos seguranças quando tentava registrar a agressão.

Segundo a gerente, João e Isaías estariam embriagados. Ela diz que não se recusou a entregar a nota fiscal e pediu que os dois aguardassem:

- Eles estavam muito bêbados, paqueravam o garçom e falavam um monte de besteiras. Não dava para dar a nota fiscal naquela hora porque tinha que buscar o talonário e pedi que esperassem. Um deles começou a gritar e foi embora. O outro, pediu um recibo para uma conta de R$ 11,60 e o entreguei. Não houve agressão. Se tiveram o celular quebrado é porque eles mesmos o quebraram.
(Extraído do Extra/Rio - Foto: Fábio Guimarães)

*
Pergunta: por que o talonário já não estava a mão? afinal a emissão de nota fiscal é uma obrigação legal, embora eu não conheça ninguém que peça em bares e boates - em lugar nenhum para ser franco. Já imaginou a loucura que seria caso isso acontecesse em certos clubes?




marcos carioca
Uncategorized— - 1:45 pm


Um site dirigido a cegos que oferece descrições em áudio de páginas pornôs na internet está virando um fenômeno cult nos Estados Unidos.

Porn for the Blind (Pornô para cegos, na tradução), fundado em 2006, disponibiliza clipes sonoros que trazem descrições, gravadas por voluntários, de cenas de sexo disponíveis na internet. Somente neste mês de abril o site já recebeu mais de 150 mil visitas.




marcos carioca
Uncategorized— - 4:51 am

Está aí uma excelente noite sob o comando do dj Renato Cecin, que eu também curto de montão, mas não posso deixar de declarar minha decepção ultimamente. Isto só pras chatas de plantão!

Ah, o video é registro do Italo Lopes.

E olha que som maravilhoso na inauguração da filial carioca. Registro do Cena Carioca.




marcos carioca
Uncategorized— - 4:39 am

Essa é velha, mas vale a pena! Gizele Silveira é a Madonna Capixaba… hahah, isso mesmo!

Vendo o filme reparei:
- que molejo tem a moça, hein! Se dançando assim ela arrasa, imagina no “créu”. Cruzes!
- a letra é um primor mesmo… Madonna deve estar se sentindo orgulhosa pela homenagem.
- não, e as caras e bocas dela para as câmeras (rs), cagando-e-andando para o seu público enlouquecido a gritar “eu te amo!!!”
- e o que é a bichinha-amiga da estrela com a mão esticada gritando “amiga, pega a minha mão… pega a minha mão… amiga…” e ela nem ai… hahaha

Alguém apresenta a Leila Lopes para ela, por favor. Mais uma promessa para a indústria pornográfica nacional.

Ah, e se Ivete Sangalo deixou o mercado de locação de painéis de led em crise na época do seu mega-show no Rio, imagina como ficou o mercado de lycra no dia da apresentação da Gizele… como tem lycra neste lugar, cristo-rei!

Pra terminar, não deixe de ler AQUI!




marcos carioca
Uncategorized— - 4:26 am


Obrigado jesus menino por me apresentar ao Ludo e obrigadissimo Ludo por me apresentar ao “Te dou um dado?”. Estou a cada post mais fã do blog!!

Leia isto! adoro humor politicamente incorreto.

Na foto, Ashton Kutcher ao lado do irmão. Ele mostrou o defeito no pé, mas escondeu o irmão, que todos querem conhecer… (rs)




marcos carioca
Uncategorized— - 4:15 am

É o título do filme em que Rodrigo Santoro contracena com Jim Carrey e o delicioso Ewan McGregor. Abaixo um still das filmagens.

Os três foram vistos em um bar gay dias atrás e a notícia ganhou o mundo. Estavam fazendo laboratório. Mas algumas bees mais perdidas e péssimas de interpretação de texto logo comentaram - “não falei que eram gays…”.

Gente sem sentido a parte, este blog concorda com o Te dou um dado?, o Santoro está um caco. Que houve Rodrigo? Carrey conseguiu ser melhor. que coisa!




marcos carioca
Uncategorized— - 3:56 am


“Os peritos que investigam a morte de Isabella Nardoni teriam encontrado uma marca de mão de criança que estava suja de sangue no apartamento do pai da criança, de onde a polícia acredita que a menina foi jogada. Segundo reportagem do Jornal Nacional, os peritos teriam dito que o vestígio, encontrado no lençol, não foi deixado por Isabella, pois ela não tinha sangue nas mãos.” - extraído do portal Terra.

*
Sabia, caso resolvido: foi o irmão da menina. Sabia desde o início! (rs) Ô assunto saco, parece até o povo que fica comentando post antigo aqui no blog e não percebe que o assunto já está “muito semana passada”. Segura Berenice! (rs)




marcos carioca
Uncategorized— - 9:08 pm 28 April, 2008


Com um flyer colorido e bem divertido, Maurici Salles e Hugo Henrique divulgam a próxima edição de sua dayparty, que acontecerá dia 11 de maio. IMPERDÍVEL! Maurici comemorará seu aniversário na festa.




marcos carioca
Uncategorized— - 5:41 pm

Que tal ir a Buenos Aires neste feriadão? A Friendly Apartments pode te ajudar a encontrar o lugar ideal para ficar. Consulte! Ah, o melhor é que eles falam a nossa língua.




marcos carioca
Uncategorized— - 12:36 pm


Caso Isabella - No último sábado, moradores do Edifício London, de onde Isabella Nardoni foi jogada, tentam voltar à rotina. No aniversário de 7 anos de um morador, um pai politicamente incorreto repreende o filho: “Pára de correr senão te jogo da janela, hein?” Outro comemora o bloqueio do tráfego de helicópteros: “Hoje eu finalmente vou poder dormir”. Tem até moradora negando entrevista aos risos, com o seguinte argumento: “Só falo com o William Bonner”. (Texto extraído do Terra).

*
Bom, isto prova que a rotina naquele edifício é, no mínimo, normal, não acham? (rs)




marcos carioca
Uncategorized— - 10:11 pm 27 April, 2008

Eu sei que esta já é velha demais, mas, por incrível que pareça, eu não conhecia. Não sabia o que estava perdendo! Obrigado Celso Dossi… e segura Berenice! (hahahah)

Em tempo: depois da salvação divina, a super estrela (hahaha) Leila Lopes rodou um filme pornô. A-do-ro! No Brasil a indústria pornô e a igreja protestante - não necessariamente nesta ordem - é o fim de gente infeliz como esta mulher. Delicia de país! (hahah) SAIBA MAIS!




marcos carioca
Uncategorized— - 8:37 pm


Vamos começar do início: ontem a The Week deu um passo importante na história da música eletrônica dentro do clube. Pena que pisou na bola no final!

Explico logo, mas antes vou discutir certos pontos: Que Offer Nissin vá pro inferno! aliás lugar este de onde nunca deveria ter saído. O sábado da Parada merecia um dj de primeiro nível como o Thomas Gold. Se ele fosse a escolha do André Almada para a noite tão especial da casa no feriadão do final de maio, sem dúvida a TW estaria escrevendo um novo capítulo na cena gay do país - deixando de lado o bate-cabelo e pondo som maduro naquela pista. Almada provaria que tem estilo, entende de música e busca educar os ouvidos do povo que paga uma fortuna para estar na casa da Lapa. Não venha me falar do óbvio. A TW não precisa mais ter as velhas mesmas cartas marcadas para atrair o público. O que falta ali é criatividade e atitude, o resto já sabemos que existe.

Ontem eu não ia nem pisar o pé fora da minha casa, mas Sua Realeza Tony Góes e seu marido Oscar voltaram de um viagem histórica de 20 dias na Europa. Não tinha como faltar ao chá com bolachas na mansão dos Jardins. Cheguei lá decidido a não sucumbir ao desejo de beber e me jogar. Não consegui! Sabia que tocaria um dj alemão de house progressivo, que pouco conhecia. E progressivo é o meu som, não tem jeito! mesmo assim a vontade era “menos 5″ de me entregar a uma pista.

Não resisti e cai na TW. Encontrei uma casa com lotação pela metade. Um bando de gente estranha, alguns excelentes amigos como o Fausto, Igor, Carlos, Max, Fabinho, Modesto, Victor, Val, Roni, Ricardo e outras poucas caras conhecidas. Comigo estava o meu querido mineirinho Marcelo. No som, graças a deus, estava o João Neto. E como João Neto sabe preparar uma pista com qualidade para convidados especiais! Até aquele momento eu ainda não sabia, mas teríamos um convidado especial… mais que especial!

Uma hora depois, Joãozinho passou o controle para o alemão. E daí para diante posso dizer que eu tive a grande chance de presenciar algo que nunca - nunquinha na minha vida! - imaginei que presenciaria naquela casa onde o tribal e o bate-cabelo reinam: uma platéia animadíssima entregue ao verdadeiro house progressivo e, até mesmo, a umas pitadas leves, mas muito gostosas, de trance - ok, um pouco comercial, mas delicioso!

Thomas não é gold, é diamante! Ele passeou por tudo de bom que já ouvi e conheço de progressivo. Prestou lindas e excelentes homenagens a deuses do estilo como o holandês Sander Kleinenberg, o argentino Martin Garcia; tocou Ferry Corsten, arriscou um eletrinho do conterrâneo Tocadisco, inseriu poucos, porém corretíssimos, vocais femininos e masculinos (que amo!) e quando eu pensei que já tinha ouvido tudo, ele trouxe o Tiësto - ai, meu caro, eu não me sentia mais na The-Week-velha-de-guerra, fui tele-transportado para dentro da CreamArena (do Creamfields Buenos Aires) e a viagem não parou mais! Faltou pirofagia, grupos de animação (aliás, poderiam exterminar os gogo-boys da face da terra, não servem para nada! troquem pelos grupos de animação, por conceito) e todo o roteiro que fazem da Sensation White um grandioso evento de música eletrônica na Europa… mas a alma destas grandes festas estava presente e muito bem representada no som do Thomas Gold, e ele me levou para todos os cantos! O mundo poderia acabar ali. A The Week fez, o que eu considero, a sua terceira melhor noite de todos os seus quase 4 anos de existência!

Ai parei e lembrei da programação da Parada. Me perguntava porque não cancelam agora o Peter e a descabelada, e não convidam o alemão. Por que? Por que?

Tony Moran fez do Brasil sua casa - e trouxe consigo os tambores (tsc!). Aldo Haydar tem sido OK. Chris Cox virou mania depois da XDemente na Pacha em 2007. Peter Rauhofer já deu o que tinha que dar, precisa de um tempo maior para pisar novamente por aqui. Offer Nissin então… esse poderia aproveitar as novas viagens da NASA ao espaço e arriscar ser a primeira animadora cultural cabeluda e dj-fake em órbita… ou poderia fazer como o padre, sumir! Seria um favor. MAS THOMAS GOLD PRECISA VOLTAR! IMEDIATAMENTE!!

***
ERROS DA NOITE:
Pelo amor de deus, gente! ACORDA!!!! Não se escala um dj para tocar tribal-bate-cabelo depois de um deus como o Thomas Gold. NUNCA! ESTÁ ERRADO! Faça um cursinho no Senac Almada, pelo amor de deus! Errou ao colocar o Renato Cecin depois do alemão. Depois dele, no máximo, João Neto. Nem o Pachecão, que eu idolatro, caberia ali.

O Renato Cecin merece todo o nosso aplauso, respeito e admiração, afinal, ele tem anos de uma ótima história nas pistas. É um dj extremamente técnico e com sensibilidade, sabe entender a pista, se comunica bem com ela, tem merecidos seguidores fiéis. Mas precisa se reciclar! Ultimamente tenho tido a impressão de que o Cecin ainda está na Level, apesar de tantos anos depois. Suas apresentações tem sido, em sua maioria, de um nível baixo. O mundo merece mais que uma case cheia de mulheres gritando refrões fáceis e repetitivos, batidas de garfo em prato e tambores. Cecin, você é grandioso, não tenho nem direito de questionar isto, mas pare, pense, busque novidades.

Ninguém merece sair de um Thomas Gold e cair na mão de um super dj que abre seu set com “everybody is free“!!! Não mesmo!!!

Vi a pista ser sugada pela gravidade quando o Thomas saiu e o Cecin entrou. Os meus amigos foram unânimes: “pronto, entrou o Cecin. Agora a bala precisa agir! ou vou embora.EU FUI EMBORA.

E, Almada, acho sua atitude de encerrar a apresentação do gringo com pedido de aplausos muito louvável. Mas nunca faça isto pedindo para ele deixar o cd tocar até o final da faixa. Ninguém merece estar flutuando e ser pego de surpresa por um “rabo” de som com “tun tun tun” que só servem para marcar a passagem. Mas parabéns e obrigado por mostrar o que é som de verdade a uma pista tão mal-educada com o tribal nosso de cada dia.




marcos carioca
Uncategorized— - 4:31 pm


Atração de hoje: mais do mesmo - a reconstituição dos fatos.

Quando eu leio uma notícia ASSIM, desejo apenas que a boneca usada na reconstituição estoure em cima da cabeça de gente tão ignorante como esta mulher. Por que ela não usa esta força e vai a pé até Brasília e pede pro Presidente para cuidar dessa gente que só faz sofrer? (rs)

Assim caminha a humanidade… O povo quer pão & circo, tem que dar pão & circo pro povo!




marcos carioca
Uncategorized— - 2:13 pm 26 April, 2008


Luis Barba renovou, ou melhor, recriou, reinventou a cena gay na Cidade do México. Tudo começou há quase dois anos quando ao lado de dois outros sonhadores criou uma poolparty, pôs o projeto embaixo do braço e fez o que ninguém pensou em fazer antes (ninguém nem aqui no Brasil) foi atrás de patrocínios e apoios. Conseguiu muitos interessados, somou seu investimento próprio e deu vida ao seu sonho. Depois da Wonder poolparty, veio a Karmabeat e agora seu primeiro clube - SWITCH CLUB!

Sempre pensando em levar um pouco do Brasil para o México, abriu espaço para que alguns nomes daqui tocassem por lá. Renato Cecin estreou no Mexico por suas mãos. Agora é o grande Lapetina que desembarca para uma residência fixa inicial de 3 meses na casa, ao lado dos gatíssimos Adrian Dalera e Nestor Pacheco.

É de Lapetina a música que embala o site oficial do clube. Sua versão para 4 minutes da Madonna. Muito boa por sinal!

Queria estar no México na noite de hoje e ter o privilégio de estar ao lado do meu amigo Barba, sentir sua alegria e poder compartilhar com ele a emoção de realizar um grande sonho.

Dá-lhe Cabrón!

E se estiver na Cidade do México, não perca a SWITCH CLUB!




marcos carioca
Uncategorized— - 7:06 am


Após muito boato e coisa e tal, parece que no próximo dia 29, no clube The Week, acontecerá o lançamento da nova revista gay do Brasil, AIME. Será uma noite para convidados com som dos amigos dj Guto e João Neto, e sorteio de passagem aérea internacional. Mas o que queremos mesmo é ver o que vem por ai! confesso: curiosidade é grande!




marcos carioca
Uncategorized— - 6:59 am


São Paulo é uma cidade que ferve. Nada melhor que uma Virada Cultural cheia de atrações gratuitas para fazer você ferver junto. É tanta coisa que não vai ter porque reclamar de falta de opção.

A Virada Cultural de São Paulo é um projeto incrivel e este ano vem com uma cereja a mais neste delicioso bolo: djs. Todos os estilos e sonoridades, vindos dos mais diversos cantos. Nossa chiquérrima Grá Ferreira, provando que cada novo dia dá um passo adiante em sua nova carreira, também estará nesta, assim como o incrível MauMau amado e idolatrado por qualquer cidadão que curta uma boa música.

Então entra AQUI, faça sua programação e depois me conta tudinho.




marcos carioca
Uncategorized— - 1:19 am


Daqui a pouco a cantora Amannda apresenta-se para os seus admiradores na Ultradiesel e não poderia estar em melhor companhia: a dupla Altar estará ao seu lado, e a noite promete!

Agite-se! Saia de casa e vá assistir a melhor e mais popular dupla de tribal house nacional mundialmente renomada. E aproveite para conhecer o excelente novo trabalho da cantora… ao vivo!

Este blog já foi um critico radical da artista, mas a jovem me fez mudar completamente de idéia e mostrou que tem talento de sobra e, mais que isto, força de vontade. Tanto que está ai, com uma boa carreira a todo vapor, soltando uma voz cada dia melhor! Parabéns e sucesso, mulher!




marcos carioca
Uncategorized— - 12:57 am


A DJ SOUND AWARDS acontece desde 1992 e é uma realização da Revista DJ SOUND. A produção é toda inspirada em grandes premiações do segmento eletrônico.

A edição 2008 do evento acontecerá no próximo dia 29 de abril no Clube Flexx - Av. Marquês de São Vicente, 1767A, apresentado por eles como Eazy Club.

Será oferecido um coquetel para os convidados da premiação e em seguida todos saberão quem são os melhores profissionais das mais diversas áreas que envolvem os eventos noturnos.

O bacana da Dj Sound é a divulgação e a valorização do mercado da dance-music no Brasil e no Mundo em conjunto com a comunidade da Música Eletrônica, ajudando a promover cada vez mais esta cena que a cada novo ano se mostra mais forte e popular.

E entre os concorrentes alguns artistas bem conhecidos e amados por todos os frequentadores da noite gay nacional: Kiron, Renato Cecin, João Neto, Robson Mouse, Paulo Ciotti, Ana Paula e Pacheco.

Para saber mais a respeito clique AQUI.




marcos carioca
Uncategorized— - 1:16 pm 25 April, 2008


Documentário escrito e produzido por Madonna sobre os órfãos em Malawi, intitulado I Am Because We Are, é um dos favoritos no Tribeca Film Festival.




marcos carioca
Uncategorized— - 1:03 pm


(Rafael Prada - de Vancouver)

O último sábado no Brasil, dia 20 de abril, fez parte de um feriado prolongado. Enquanto muitos por aí viajavam e tentavam aproveitar um raro momento de descanso, por aqui o centro de Vancouver era tomado por uma fumaça. Mesmo com os fortes ventos que atingem a cidade vez ou outra, ela teimava em ocupar os espaços entre os espelhados arranha-céus.

A data na América do Norte é mais conhecida como 4/20. No Brasil, obviamente, é o contrário. E, entre a Comunidade Cannabis, o número tem um significado especial: é uma forma de fazer referência ao consumo da maconha.

“Oficialmente”, trata-se do Dia da Maconha e o momento de celebração ao ar livre do hábito de dar umas baforadas por aí. Mais do que isso, a data em si é também o “horário mundial” para se acender um baseado, exatamente às 4:20.

Não que a província de British Columbia e a cidade de Vancouver, mais especificamente, precisem de um dia especial para que os adeptos possam fumar à vontade pelas ruas. A região possui um “código de conduta” que vigora entre a polícia local e os usuários.

Fuma-se sem problema por aqui. Nas ruas, nos parques, em shows, em ginásios, dentro dos carros… e a polícia não se incomoda. Desde que você não seja pego em flagrante vendendo, comprando ou cultivando, não há problema. Por outro lado, abra uma cerveja na rua e você, provavelmente, terá um final de noite antecipado. E na cadeia!

British Columbia é conhecida entre os canadenses como uma das províncias mais liberais do país, onde o cultivo ao estilo de vida livre e associado ao “Carpe Diem” mais se encaixam. Maconha, por aqui, não se trata de tabu.

É, legalmente, desde 2001 uma alternativa medicinal e vendida pelo governo canadense, que a cultiva. Não é preciso explicar que não se configura o tráfico. No entanto, não confundamos com leniência. Há mais de vinte anos, autoridades norte-americanas e canadenses trabalham juntas para coibir o tráfico na fronteira . Mas isso é um outro assunto.

A origem do 420 tem diversas teorias. Entre as mais populares, a de que um grupo de amigos do Colégio San Rafael, na Califórnia, que se reunia quase todos os dias, em 1971, exatamente às 4h20 para celebrar o estilo de vida escolhido. Outros dizem que o número faz referência ao código usado pela polícia dos EUA ao identificar um traficante/usuário/comprador de maconha.

Teorias históricas à parte, a cidade de Vancouver celebrou o 420 no último sábado. Mais de seis mil pessoas se encontraram ao redor da VAG (Vancouver ArtGallery) para fumar à vontade. Observados por poucos policiais, os profundos tragos criaram a densa nuvem de fumaça no centro da cidade canadense, que teve até rua interditada para o “evento”.

Obviamente nem todos aprovam a posição da polícia e do governo, que não reprime o usuário final da droga. De acordo com a Conselheira Kim Capri, da Assembléia da cidade de Vancouver, “quando atividades ilegais acontecem em espaços públicos, muitas pessoas se sentem desconfortáveis e inseguras”, afirmou na última terça-feira.

Por outro lado, existem Conselheiros que apoiam a decisão de não intervir na “celebração”. Heather Deal, oposicionista política à Kim, defende a polícia local ao dizer que “tecnicamente (o que aconteceu) é ilegal, mas eles não estavam machucando ou ferindo ninguém. E se a polícia não estava preocupada, eu confio no julgamento deles”.

Para se ter a dimensão exata da brincadeira, barracas no gramado em frente à VAG vendiam produtos relacionaos à droga, como bolo, sementes e outro presentinhos que lembravam a data. O ápice da manifestação aconteceu exatamente às 4:20, quando baseados foram distribuídos e placas pedindo a legalização foram levantadas. Tudo ao som de Bob Marley…

Se turistas e estrangeiros olhavam com apreensão a presença da polícia, os Vancouverites não se preocupavam. Antes mesmo do início da fumaceira coletiva, o assessor do Departamento da Polícia de Vancouver, Tim Fanning, deixou bem claro a conduta adotada.

- O que nós vamos fazer? Prender 6 mil usuários de maconha? Nós temos outros crimes para combater, procuramos por aqueles que estão mais acima no esquema, importam, cultivam ou traficam a droga - afirmou o policial.

Entre os cidadãos, o apoio maciço às autoridades. E não poderia ser diferente. Em conversa breve com Nick, que preferiu não dar seu nome completo, a posição policial faz sentido.

- Se você bebe muito e sai por aí dirigindo, causa tragérias irrecuperáveis. Bate na família, fica arredio, arranja brigas. Se fumar maconha, nada disso acontece. Proibir bebida é compreensível, mas a maconha, não! E somos apenas usuários, nada além disso, não há o que reprimir - conclui.

Aos conservadores, pinta-se um quadro de anistia. Aos que presenciaram o ato, fica, ao menos, uma lição: seis mil baseados causam menos estragos, ou quase nenhum, eu diria, do que seis mil garrafas de cerveja. No Brasil voltaram atrás, mexeram na MP e permitiram a venda de bebidas alcoólicas em rodavias federais, né? Ah tá…

fonte: Terra Magazine

*
Quero horas são agora, por favor? (rs)




marcos carioca
Uncategorized— - 4:26 am


Depois de semanas só falando de Isabela, janela, pai e madrasta; dias entrevistando pessoas que sentiram e viveram os efeitos do tremor de terra no sudeste do país… finalmente um assunto que não envolve morte ou terremoto: o problema do arroz! Se bem que se falta arroz, falta um dos itens essenciais na mesa dos mais pobres e logo podem haver mortes, e com esta crise toda, quem treme mesmo é o mercado.

Falta arroz! A procura está maior que a oferta, é isso? Tá caro? Me perdi. Como falta arroz se no restaurante japa que jantamos hoje tinha mais arroz que tudo!?! Até pensei que fosse um sushi de arroz puro. (rs)

Não podemos ficar sem arroz: imagina que falta sentiria do arroz doce, do bolinho de arroz…

Já imagino a capa da VEJA de sábado e matérias e mais matérias em todos os telejornais sobre o assunto ao longo do próximo final de semana.

***

E VOCÊS VIRAM?
A Policia Federal estava investigando um esquema de prostituição feminina em um puteiro da alta-roda em São Paulo e desenterrou uma gangue poderosissima!

Ai, ai, quanta hipocrisia! Vai dizer que não sabiam que ali naquele endereço da Peixoto Gomide funcionava um puteiro? e um dos mais famosos e ricos!

Quem não foi na excelente festa que deram há alguns meses atrás na sensacional cobertura com piscina daquele local? eu fui… e fiquei encantado! Aliás, se tivesse dinheiro comprava o edificio inteirinho para mim.



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